segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ressuscitando um drive de DVD/CD morto

Condições:
  • Não importa se é drive de CD, DVD, gravador, combo... Mas precisa ser baseado em chipset Mediatek (ela, como sempre...)
  • Só resolve problemas causados por firmware (instalação errada ou incompleta, danos diversos ao firmware, etc);
  • A memória do seu drive precisa ser do tipo eeprom/flash (não confundir "eeprom" com "eprom"). Ou seja: seu drive precisa ser do tipo atualizável. A maioria dos drives modernos é.
  • Precisa ser IDE ou SATA.

Isso não é nenhuma novidade. Já é possível há mais de cinco anos e talvez desde a década de 90, mas só agora tive a necessidade/oportunidade de comprovar que funciona, ressuscitando um LG DRD8160B.

Isso só é possível porque a Mediatek criou um mecanismo nos seus chipsets de mídia óptica, assim como o existente nos seus chipsets de DVD players, que permite a leitura/gravação do firmware bastando que a CPU esteja energizada e funcionando. No caso dos drives é ainda mais fácil que nos DVD players, porque não é preciso abrir ou soldar coisa alguma. Tudo é feito pela própria conexão de dados (IDE/SATA) do drive.

Importante: Mesmo que o drive não esteja mais sendo reconhecido no BIOS, o procedimento funcionará. O software usado se comunica diretamente com a interface, sem precisar da ajuda do BIOS do seu PC.

Se seu drive morreu e você nem sabe o motivo, experimente esse processo. Alguns problemas de firmware acontecem "do nada" e se seu drive for compatível talvez volte à vida :)

O que você precisa:
  • O firmware específico para o seu drive;
  • Um disco de boot DOS (HDD, CD, disquete, USB... qualquer coisa que te leve a um prompt de DOS puro);
  • O software mtkflasher (mtkflash.exe).

Coloque mtkflash.exe, mtkflash.typ (se houver) e o seu arquivo de firmware no disco de boot e inicie por ele. Quando estiver no prompt você poderá usar mtkflash.exe.

A sintaxe do mtkflasher é a seguinte:

mtkflash <porta> <comando> <opções> <arquivo de firmware>

<porta> é um número de 1 a 4 definido da seguinte maneira:

1: Master na Primária
2: Slave na Primária
3: Master na Secundária
4: Slave na secundária

<comando> (listando apenas os mais usados)

R : Ler o firmware
W: Gravar o firmware
C: Checar o modelo da eeprom

<opções> (listando apenas os mais usados)

/B: Usar o formato binário ao ler/gravar
/M: Ler/Gravar em arquivo único (não separar em arquivos de 64KB)


Para conhecer todos os comandos e opções possíveis, simplesmente execute mtkflash.exe sem nenhum parâmetro.

Como gravar lg.bin no Slave da Secundária:


mtkflash 4 W /M /B lg.bin

Como saber se o drive slave na primária é compatível sem precisar abrir:

mtkflash 2 C

Se for compatível mtkflash dirá qual o modelo da eeprom utilizada ou pelo menos dirá que não a conhece. Se ficar travado exibindo algo parecido com:

Port:170, Master/Slave: b0

Então ou o drive não é Mediatek, ou muito velho e incompatível ou está realmente morto.

Formato binário e formato hexadecimal

Alguns arquivos de firmware para CD/DVD são distribuídos no "formato hexa", que é apenas um arquivo ASCII (texto puro) com instruções sobre o que gravar e onde. Um arquivo assim geralmente tem a extensão .hex e se for aberto no notepad você verá algo parecido com isto:

:8000000002EF41020011D9D4CBC6C2ED023F65222232000
2127790F0547409F0C22EC253E53CB41102D2412200000002
97B9D310AF01C3C0D08E558F56E42556F55674163555F5559
0F01FE020E7F990F030E555F0A3E556F0A3EDF0D0D092AF
22D310AF01C3C0D08E578F58E42558F55874163557F55790F
01FE020E7F990F030E557F075
:80008000A3E558F0A3E090F01FE020E7F990F032E0FFD0

E assim por diante. Basicamente são várias linhas iniciadas por dois pontos (:) seguidos por uma seqüência de 0..9 e A..F.

Se o arquivo de firmware não tiver essa estrutura, é um arquivo binário. Versões antigas do mtkflasher esperam um arquivo hexa por default e você precisa colocar a opção /B se estiver com um arquivo binário ou quiser ler como binário. Já as versões mais novas nem apresentam essa opção no help e provavelmente detectam automaticamente o formato.

Referências:

  • MTxxxx DVDROM Firmware Updates - Página do hacker etna onde você encontra várias versões do mtkflasher e firmwares para vários drives de DVDROM baseados em Mediatek.

Este texto não está completo e eu poderei acrescentar/modificar nos próximos dias sem aviso. Eu estou estudando alguns problemas de gravação e a possibilidade de usar uma placa baseada em Mediatek como gravador de eeprom PLCC32 genérico.

[06/04/08] Por diversas razões, cheguei à conclusão de que não é possível construir um gravador genérico usando essas placas. Infelizmente.

Até onde se sabe a Mediatek foi a única a criar esse tipo de mecanismo e só seus drives podem ser ressuscitados. Questões que não sejam claramente sobre drives baseados em chipset Mediatek serão ignoradas.

fontes:jefferson-ryan

Ligou a fonte de 110V em 220V? Não jogue fora ainda.

ara esta dica você precisa no mínimo de um multímetro, desses que são vendidos por R$15 por aí e de um mínimo de familiaridade com eletricidade e segurança ao lidar com ela.

Esta dica vale apenas para fontes lineares (não-chaveadas, o que exclui de cara as fontes de computador) e para dispositivos simples como torradeiras, ventiladores, liquidificadores, etc.

Se a sua fonte é linear com entrada de 110V, foi ligada em 220V e pifou, ainda existe uma pequena chance de que possa ser consertada por você mesmo.

O exemplo abaixo é uma fonte de 7.5V x 1500mA, modelo AM-0751500D da D-Link, que veio com um roteador DI-524. Foi preciso usar uma serra para abrir a caixa porque estava fechada com cola. Com a caixa fechada o diagnóstico de "queimada" já era indiscutível, porque medindo com um multímetro os terminais de entrada dava circuito aberto.



A propósito, como distinguir uma fonte linear de uma chaveada sem precisar abrir? O peso! A fonte acima pesa quase meio quilo. Uma fonte chaveada de mesma capacidade (JENTEC JTA0302PG) pesa uns 150 gramas.

O primeiro sinal de que a fonte pode ser consertada: Entre os terminais 1 e 2 o circuito está aberto, mas entre 2 e 3 existe uma resistência típica de primário de transformador. Note o pequeno volume na bobina, como se houvesse algo escondido.


Cortando cuidadosamente dá para ver do que se trata:




Isto é um "Thermal Cutoff" (dá para traduzir como "fusível térmico"). O objetivo dele é proteger o circuito contra incêndio, abrindo permanentemente o circuito caso a temperatura passe de um determinado valor. No caso, 115 graus centígrados.

Este é um Thermal Cutoff modelo A2-F, da AUPO.

Como resultado da ação dessa proteção, o aparelho nem sempre está inutilizado e às vezes pode ser consertado facilmente. Em geral você tem duas opções:
  • Substituir o fusível por outro equivalente, pelo menos da mesma temperatura nominal;
  • Curto-circuitar os terminais do fusível soldando um fio entre eles. Neste caso, da próxima vez que você cometer o erro de ligar a mesma fonte em 220V não vai haver nada para protegê-la.
Infelizmente, dada a carência do nosso comércio e o tempo/custo de conseguir pelo correio um fusível desses, muitas vezes optamos pelo segundo caminho.

Se você tiver sorte, a fonte estará consertada. Se não tiver, vai queimar de vez ao ser ligada, porque antes do fusível abrir o aquecimento danificou irremediávelmente o verniz que isola o enrolamento. Se você tiver ferramentas (teste lâmpada-série, amperímetro, termômetro, etc) pode perceber que não tem mais jeito antes da fumaça começar a sair. Do contrário, conecte a saída da fonte ao multímetro na escala de voltagem adequada, ligue a fonte em uma tomada protegida por fusível e interruptor (um filtro de linha, por exemplo) e fique de olhos e nariz de prontidão. Se subir um "cheirinho de ampere", desligue e condene.

De uma forma ou de outra jamais ligue a fonte no aparelho que ela alimentava antes de comprovar que está OK. Tenha em mente que é normal uma fonte linear apresentar em sua saída uma tensão um pouco mais alta que a nominal, quando está ligada apenas ao multímetro (não há carga).

A propósito, a fonte do exemplo acima não pôde ser consertada por esse método e tive que mandar re-enrolar.
Fonte:jefferson-ryan

Curso de Chaveiro

Está ai o curso de chaveiro para quem quer ser chaveiro ou quer implementar com o curso de Lockpicking.

A Bíblia do Carro

Se você gosta de carros, e não entende porra nehuma da mecânica envolvida, baixe isso já! Esse ebook contém um extenso conteúdo sobre as partes que constituem um carro. Não a toa, ele possui 15 MB. Quem tem conexão discada (o que é muito dificil hoje em dia), aproveita  e baixa num domingo é mais barato. Boa semana a todos.

Técnicas de Redação

Isso pode ser de grande ajuda para muitos. Principalmente quando se fala em redação de vestibular, muita gente fica desesperada, pois não tem muito preparo para desenvolver um texto em sobre um tema determinado por outra pessoa. O principal problema da maioria é justamente na hora de começar o texto. E o pior é que todos sabem que redação de vestibular consiste basicamente em vomitar os conteúdos das Vejas lidas durante o ano... Espero que esse "curso" de redação ajude vocês que têm dificuldades a organizar as idéias e transpô-las para o papel em forma de escrita. Boa sorte!

As piores coisas já feitas pelo ser humano.

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    Fonte:Minilua